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Moonlighting ou, como ficou conhecida por aqui, A Gata e o Rato, conseguiu, de uma tacada só, catapultar a carreira do então desconhecido Bruce Willis, reviver a carreira já decadente de Cybill Shepherd, popularizar o ainda emergente gênero misto da dramédia e, de quebra, oferecer ao público uma série diferente, que ostensivamente é sobre detetives resolvendo os mais variados casos, mas que flerta e por vezes mergulha em fantasia, musical, mistério, horror e com a então ainda incipiente quebra da quarta parede. Ao longo de suas cinco temporadas e 67 episódios, a série ofereceu de tudo um pouco e mostrou que sair dos padrões definidos para obras de determinado gênero pode dar muito certo.

Mas, claro, a presente crítica é apenas e tão somente do episódio piloto que, no caso, é duplo, funcionando como um telefilme inicial que reúne a rica ex-modelo Madelyn “Maddie” Hayes (Shepherd) com o falastrão e largado detetive particular David Addison (Willis), em um pareamento completamente improvável, mas ao mesmo tempo deliciosamente certeiro. Tudo se dá quando Maddie descobre que está falida, já que seu contador rouba todos os seus bens líquidos, deixando-a, apenas, com uma série de empresas que funcionam no vermelho que são usadas apenas como uma forma de se obter abatimento no imposto de renda. Uma dessas empresas que Maddie precisa fechar e, portanto, demitir todo mundo, é a agência de detetives City of Angels (depois renomeada para Blue Moon), comandada por David que se recusa a aceitar seu destino calado e trata de convencer sua “chefe” de que vale a pena continuar com esse empreendimento.

Claro que há um caso a ser investigado que perpassa toda a narrativa e que envolve diamantes roubados por um nazista, mas, muito sinceramente, ele é razoavelmente malfeito e mal estruturado em si, só funcionando de verdade como um elemento para colocar Maddie e David juntos, apesar de Maddie fazer de tudo para se afastar de seu insistente empregado depois de demiti-lo sem a menor cerimônia. E é essa conexão improvável entre os dois protagonistas que faz o episódio duplo funcionar apesar do caso investigativo que fica como pano de fundo e que conta com alguns exageros cansativos, como bandido de penteado moicano ou uma sequência climática em uma torre de relógio que é protraída demais no tempo, sem que apresente o mesmo vigor de uma obra como O Homem Mosca, claramente a inspiração para os malabarismos.

A dinâmica e a química entre Willis e Shepherd são imediatas. Há um quê de dama em perigo em Maddy, mas isso apenas contribui para a narrativa funcionar, já que, para todos os  efeitos, ela é uma mulher da alta sociedade, acostumada com o luxo de sua vida endinheirada e não com homens que morrem em seu colo com uma faca nas costas ou coisa parecida. Por outro lado, David é uma metralhadora falatória por vezes arrogante, por vezes charmosa que faz um belo constaste com o esnobismo irritante e sofisticação exagerada de Maddie, com os dois personagens, naturalmente, aos poucos convergindo até encontrar um denominador comum ao redor do caso que acabam tendo que investigar.

A direção do experiente Robert Butler acerta no que precisa acertar neste começo, ou seja, em apresentar a dupla protagonista e fazê-la funcionar de maneira azeitada – apesar de toda a relação na base no bate e assopra que faz parte do charme – logo de imediato, sem maiores percalços. E, nisso, o piloto é muito bem sucedido. Por outro lado, o roteiro de Glenn Gordon Caron, criador da série, deixa a desejar em praticamente tudo o que gravita ao redor de Maddie e David, sejam os vilões que só aparecem no momento de conveniência, seja a criação de tensão de maneira atabalhoada como na cena do elevador panorâmico ou seja o próprio caso sendo investigado que não consegue prender a atenção do espectador para além do burocrático.

E isso é que torna a série ainda mais interessante se pensarmos para além do piloto. Claro, a relação entre Maddie e David é o coração de tudo, mas lembrar que A Gata e o Rato conseguiu quebrar barreiras narrativas padronizadas da televisão aberta americana e se transformar em um marco de sua época que encontra reflexos até nos dias de hoje é algo impressionante que só valoriza esse começo menos do que ideal em termos macro. A Gata e o Rato é um dos raros exemplos em que olhar apenas para o piloto resulta em uma visão enganosa e errada do que a série conseguiu ser em bem pouco tempo, mas todo mundo tem que começar de alguma maneira, não é mesmo?

A Gata e o Rato – (Moonlightning – 1985)
Criação:
 Glenn Gordon Caron
Direção: Robert Butler
Roteiro: Glenn Gordon Caron
Elenco: Cybill Shepherd, Bruce Willis, Allyce Beasley, Liz Sheridan, Mary Hart, Robert Ellenstein, Dennis Lipscomb, Frederick Coffin, Dennis Stewart, Brian Thompson
Duração: 90 min.

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